
Há decisões que a gente adia durante anos. Comprar casa é uma delas. Envolve dinheiro, envolve burocracia, envolve confiar num processo que, para quem nunca passou por ele, parece um labirinto. E quando se está a viver num país que não é o de origem, esse labirinto parece ainda maior.
Este artigo não é sobre finanças, nem sobre investimento, nem sobre tecnologia — os temas habituais aqui do blog. É sobre uma experiência pessoal que acabou bem e que merece ser contada: acabámos de comprar a nossa casa, uma moradia em Vila Nova de Cerveira, no distrito de Viana do Castelo. E se correu tudo bem, grande parte do mérito é de uma pessoa: Sílvia Marques, consultora imobiliária da RE/MAX.
Escrevo isto sem qualquer contrapartida. Não é publicidade paga, não é parceria, não há link de afiliado nenhum. É simplesmente o relato de quem esteve do lado do comprador e sentiu que foi bem tratado do princípio ao fim.
Procurar casa em Portugal não é para os fracos
Quem já passou por isto sabe. O mercado no Norte está aquecido, os bons imóveis saem depressa, e as visitas muitas vezes revelam uma realidade bem diferente das fotografias do anúncio. A isso soma-se a papelada: caderneta predial, certidão permanente, licença de utilização, certificado energético, avaliação bancária, CPCV, escritura.
Para um comprador comum, cada um destes documentos é uma potencial armadilha. Um detalhe mal resolvido no registo, uma divergência entre a área registada e a área real, uma dívida de condomínio esquecida — qualquer um destes pormenores pode atrasar o negócio semanas ou fazê-lo cair por completo.
É exatamente aqui que se percebe a diferença entre um vendedor de imóveis e um consultor imobiliário a sério.
Quem é a Sílvia Marques
A Sílvia é consultora imobiliária e integra a rede RE/MAX, a maior rede imobiliária do mundo e uma das marcas mais consolidadas em Portugal. Trabalha na região Norte — Porto, Viana do Castelo e toda a envolvente do Alto Minho, incluindo concelhos como Vila Nova de Cerveira, Caminha, Valença e Ponte de Lima.
E aqui vai uma nota importante para quem está a começar a procurar: conhecer bem uma região não é um detalhe menor. É a diferença entre saber que uma casa tem bons acessos, saneamento, boa exposição solar e uma zona com procura — e simplesmente mostrar um imóvel porque ele está na lista.
O que realmente fez a diferença
Podia resumir tudo em duas palavras, “boa profissional”, mas isso não ajuda ninguém. Vou ser concreto sobre o que nos marcou:
1. Disponibilidade real
Sempre que tivemos uma dúvida — e tivemos muitas, algumas certamente básicas — houve resposta. Sem pressa, sem aquela sensação de estarmos a incomodar.
2. Transparência do início ao fim
Nunca sentimos que estávamos a ser empurrados para um negócio. Os pontos menos favoráveis do imóvel foram apresentados com a mesma clareza que os pontos fortes. Isso vale ouro, porque um comprador informado é um comprador que não se arrepende depois.
3. Domínio da burocracia
Cada etapa foi explicada antes de acontecer. Sabíamos o que vinha a seguir, que documento faltava e em que ponto do processo estávamos. Para quem nunca comprou casa em Portugal, isto retira uma carga enorme de cima.
4. Defesa dos nossos interesses
Éramos os clientes compradores e sentimos isso em cada conversa. Houve negociação, houve acompanhamento, houve empenho em chegar a um acordo que fizesse sentido para os dois lados.
5. Compromisso até ao fim
O trabalho não terminou quando a proposta foi aceite. Continuou até à escritura, com o mesmo cuidado do primeiro dia.
O peso de estar numa rede como a RE/MAX
Trabalhar com um consultor independente pode correr muito bem. Mas há vantagens objetivas em estar numa rede estruturada como a RE/MAX:
- Suporte jurídico e processual por trás de cada negócio, o que reduz muito o risco de erros documentais.
- Partilha de carteira entre consultores, o que na prática significa acesso a imóveis que não estão apenas na lista de uma pessoa.
- Processos padronizados, com etapas claras e verificações em cada fase.
- Visibilidade e ferramentas de divulgação que fazem diferença sobretudo para quem vende.
No nosso caso, o acompanhamento da Sílvia e o suporte da equipa RE/MAX funcionaram como um conjunto. E o resultado foi um processo tranquilo, sem sobressaltos.
5 conselhos para quem vai comprar casa no Norte de Portugal
Já que o assunto é este, deixo aqui o que aprendemos na prática:
- Pede sempre a documentação completa antes de avançar. Caderneta predial, certidão permanente do registo predial, licença de utilização e certificado energético. Se algum destes documentos “está a ser tratado”, pergunta porquê.
- Confirma se a área registada corresponde à área real. Divergências entre o que está no registo e o que existe no terreno são mais comuns do que se imagina, especialmente em casas mais antigas e em zonas rurais.
- Faz a pré-aprovação do crédito antes de começar a visitar. Saber o teu limite real muda completamente a forma como procuras e dá-te força na negociação.
- Não contes só com o valor do imóvel. IMT, Imposto do Selo, escritura, registos, comissão bancária, avaliação e eventuais obras. Faz as contas ao custo total antes de fazer uma proposta.
- Escolhe bem a pessoa que te vai acompanhar. Esta é a mais importante. Um bom consultor poupa-te tempo, dinheiro e uma quantidade considerável de dores de cabeça.
A nossa recomendação
Se estás à procura de casa no Porto, em Viana do Castelo ou em qualquer ponto do Alto Minho — ou se és proprietário e queres vender com acompanhamento sério — recomendamos sem qualquer hesitação o trabalho da Sílvia Marques e da sua equipa na RE/MAX.
Comprar casa continua a ser um processo exigente. Mas com a pessoa certa ao lado, deixa de ser um salto no escuro e passa a ser um caminho com etapas claras.
À Sílvia e a toda a equipa RE/MAX: obrigado por nos ajudarem a realizar este sonho. 🙏🏡
Contacto: Sílvia Marques — RE/MAX — 910 913 293
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